Edição: 23.4 - 16 Artigo(s)

Voltar ao Sumário

Artigo Original | Artigo na íntegra em inglês

MUSCLE STRENGTH, GH AND IGF-1 IN OLDER WOMEN SUBMITTED TO LAND AND AQUATIC RESISTANCE TRAINING

FORÇA MUSCULAR, GH E IGF-1 EM IDOSAS SUBMETIDAS AO TREINAMENTO DE FORÇA NO SOLO E NA ÁGUA

FUERZA MUSCULAR, GH E IGF-1 EN ADULTAS MAYORES SOMETIDAS AL ENTRENAMIENTO DE FUERZA EN SUELO Y AGUA

Rodrigo Gomes de Souza Vale, Max Luciano Dias Ferrão, Rodolfo de Alkmim Moreira Nunes, Jurandir Baptista da Silva, Rudy José Nodari Júnior, Estélio Henrique Martin Dantas

1. Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), Laboratório de Biociências da Motricidade Humana (LABIMH), Rio de Janeiro, RJ, Brazil. 2. Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Programa de Pós Graduação em Ciências do Exercício e do Esporte, Rio de Janeiro, RJ, Brazil. 3. Universidade Estácio de Sá, Laboratório de Fisiologia do Exercício (LAFIEX), Cabo Frio, RJ, Brazil. 4. Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC), Joaçaba, SC, Brazil.

Rua Figueira de Mello, 415, Condomínio São José d`Aldeia, Bananeiras, Araruama, Rio de Janeiro, RJ, Brazil. 28970-000. rodrigovale@globo.com

Recebido em 17/05/2016
Aceito em 24/02/2017

Resumo

Introduction: Aging leads to decline in multiple organ systems associated to hormone alterations and loss of muscle mass and strength. Objective: To evaluate the effects of land and water resistance training on muscle strength, basal serum levels of GH, IGF-1, and IGFBP3 in elderly women. Methods: Subjects were distributed in three groups: land resistance training (LRT; n=10; age: 66.10±2.77 years), water resistance training (WRT; n=10; age: 67.10±3.54 years) and control (CG; n=10; age: 68.80±5.41 years). Muscle strength was assessed with the 1-RM test in bench press (BP) and leg press (LP) exercises. Serum levels of GH, IGF-1, and IGFBP3 were analyzed by chemiluminescence. Results: Repeated measures ANOVA showed elevated muscle strength in the BP only in LRT (?%=60.2%; p=0.0001) when compared to the CG (?%=46.73%, p=0.0001) and WRT (?%=32.49%, p=0.004). LRT and WRT increased muscle strength in LP (?%LRT=57.14%; p=0.004; ?%WRT=42.3%; p=0.033). There was an increase in LRT and WRT in the LP when compared to CG (?%=45.59%, p=0.019; ?%=43.97%, p=0.026, respectively). IGF-1 was elevated only in LRT (?%=49.72%, p=0.004) from pre- to post-test and when compared to WRT (?%=56.76%, p=0.002) and CG (?%=74.63%, p=0.0001). IGFBP3 levels showed that only WRT increased (?%=26.79%, p=0.044) from pre- to post-test. The IGF-1/IGFBP3 ratio demonstrated that LRT reached intragroup elevation (?%=52.66%, p=0.002) and when compared to WRT (?%=94.11%, p=0.0001) and CG (?%=73.45%, p=0.0001). There was no significant difference in GH. Conclusion: Land resistance training may provide better anabolic effects in elderly women.

Palavras-chave: motor activity; hormones; aging.

Abstract

Introdução: O envelhecimento leva ao declínio de múltiplos sistemas de órgãos associado a alterações hormonais e perda de massa e força muscular. Objetivo: Avaliar os efeitos do treinamento de força no meio terrestre e aquático sobre a força muscular e os níveis séricos basais de GH, IGF-1 e IGFBP3 em mulheres idosas. Métodos: Os indivíduos foram distribuídos em três grupos: treinamento de força no meio terrestre (TFT; n = 10; idade: 66,10 ± 2,77 anos), treinamento de força na água (TFA; n = 10; idade: 67,10 ± 3,54 anos) e grupo controle (GC; n = 10; idade: 68,80 ± 5,41 anos). A força muscular foi avaliada pelo teste de 1-RM nos exercícios supino reto (SR) e leg press (LP). Os níveis séricos de GH, IGF-1 e IGFBP3 foram analisados por quimioluminescência. Resultados: O teste ANOVA com medidas repetidas mostrou aumento da força muscular no SR só no TFT (?% = 60,2%; p = 0,0001) quando comparado ao GC (?% = 46,73%, p = 0,0001) e TFA (?% = 32,49%, p=0,004). TFT e TFA aumentaram a força muscular no LP (?% TFT = 57,14%; p = 0,004; ?% TFA = 42,3%; p = 0,033). Houve um aumento no TFT e TFA no LP em comparação com o GC (?% = 45,59%, p = 0,019; ?% = 43,97%, p = 0,026, respectivamente). IGF-1 aumentou só no TFT (?% = 49,72%, p = 0,004) do pré para o pós-teste e quando comparado ao TFA (?% = 56,76%, p = 0,002) e ao GC (?% = 74,63%, p = 0,0001). Os níveis de IGFBP3 mostraram aumento apenas no TFA (?% = 26,79%, p = 0,044) do pré para o pós-teste. A razão IGF-1/IGFBP3 demonstrou que TFT atingiu elevação intragrupo (?% = 52,66%, p = 0,002) e quando comparado ao TFA (?% = 94,11%, p = 0,0001) e CG (?% = 73,45%, p = 0,0001). Não foram verificadas diferenças significativas no GH. Conclusão: O treinamento de força no meio terrestre produziu maior efeito anabólico nas idosas.

Keywords: atividade motora; hormônios; envelhecimento.

Resumen

Introducción: El envejecimiento lleva al declive de múltiples sistemas de órganos, asociado a cambios hormonales y pérdida de masa y fuerza muscular. Objetivo: Evaluar los efectos del entrenamiento de fuerza en el medio terrestre y acuático sobre la fuerza muscular y los niveles séricos basales de GH, IGF-1 e IGFBP3 en mujeres mayores. Métodos: Los individuos fueron distribuidos en tres grupos: entrenamiento de fuerza en medio terrestre (EFT; n = 10; edad: 66,10 ± 2,77 años), entrenamiento de fuerza en medio acuático (EFA; n = 10; edad: 67,10 ± 3,54 años) y grupo control (GC, n = 10; edad = 68,80 ± 5,41 años). La fuerza muscular se evaluó por la prueba de 1-RM en los ejercicios de press de banca (PB) y prensa de pierna (PP). Los niveles séricos de GH, IGF-1 e IGFBP3 se analizaron por quimioluminiscencia. Resultados: La prueba ANOVA con medidas repetidas mostró aumento de la fuerza muscular en el PB sólo en el EFS (Δ% = 60,2%; p = 0,0001) en comparación al GC (Δ% = 46,73%, p = 0,0001) y EFA (Δ% = 32,49%, p = 0,004). EFS y EFA aumentaron la fuerza muscular en la PP (Δ%EFS = 57,14%; p = 0,004; Δ%EFA = 42,3%; p = 0,033). Se observó un aumento en el EFS y EFA en la PP en comparación con el GC (Δ% = 45,59%, p = 0,019; Δ% = 43,97%, p = 0,026, respectivamente). IGF-1 aumentó sólo en el EFS (Δ% = 49,72%; p = 0,004) del pre para el post-test y en comparación con el EFA (Δ% = 56,76%; p = 0,002) y al GC (Δ% = 74,63%; p = 0,0001). Los niveles de IGFBP3 mostraron aumento sólo en el EFS (Δ% = 26,79%; p = 0,044) del pre para el post-test. La razón IGF-1/IGFBP3 demostró que EFS alcanzó elevación intragrupo (Δ% = 52,66%; p = 0,002) y en comparación al EFA (Δ% = 94,11%, p = 0,0001) y GC (Δ% = 73,45%; p = 0,0001). No se observaron diferencias significativas en el GH. Conclusión: El entrenamiento de fuerza en el medio terrestre produjo un mayor efecto anabólico en las mujeres mayores.

Palabras-clave: actividad motora; hormonas; envejecimiento.

 

(+55 11) 5087-9502
Rua Machado Bittencourt, 190 – 4º andar
Vila Mariana – São Paulo/SP - CEP: 04044000
atharbme@uol.com.br